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sábado, 6 de agosto de 2011









TOP 4 - OS LUGARES MAIS ASSOMBRADOS
CASTELO DE EDIMBURGO


Um dos meus novos vícios adquiridos nos últimos dois meses é assistir os programas paranormais da televisão, como já comentei diversas vezes aqui a espiritualidade está na minha vida como ar, necessária e vital, e estes programas embora muitas vezes caíam no ceticismo m abriram novas linhas de raciocínio quanto a utilidade da Psicologia nisso...

Mas reflexões a parte, e muitos Ghost Hunters Internacionais depois começo hoje uma pequena saga pelos quatro lugares que aparecem no Top 10 de lugares mais assombrados. O primeiro que aparece nesta lista em 10º lugar é o Castelo de Edimburgo, na Escócia.


O Castelo de Edimburgo é uma antiga fortaleza que domina a silhueta da cidade de Edimburgo, a partir da sua posição no topo do Castle Rock (Rochedo do Castelo). Trata-se de um dos mais importantes castelos do país, sendo a segunda atração turística mais visitada na Escócia, ao receber anualmente cerca de um milhão de pessoas.


A ocupação humana no local remonta ao século IX. No entanto, poucas das estrutruras do castelo atual são datadas antes do cerco Lang do século XVI, com a notável excepção da Capela de Santa Margarida, o mais velho edifício sobrevivente de Edimburgo, a qual remonta ao início do século XII.


Entre as suas atrações estão as jóias da Coroa Escocesa: a Coroa, a Espada e o Cetro que encontram-se entre as mais antigas da Europa. Estas insígnias reais foram guardadas após a união dos Parlamentos da Escócia e da Inglaterra, em 1707, encontrando-se atualmente em exibição na Sala da Coroa. Ali também se encontra a chamada Pedra do Destino, o assento de coroação dos reis da Escócia.


Durante três semanas, em Agosto, a praça em frente ao Portão de Armas do castelo serve de palco à Edinburgh Military Tatoo, uma parada militar famosa em todo o mundo.

Edinburg Military Tatoo


ASSOMBRAÇÃO


O castelo de Edimburgo possui a reputação de ser um dos locais mais assombrados da Escócia. E a própria Edimburgo é chamada de a cidade mais assombrada de toda a Europa. Em várias ocasiões, visitantes do castelo relataram um tocador fantasma de gaita de foles, um tocador de tambor sem cabeça, os espíritos dos prisioneiros franceses da Guerra dos Sete Anos, e prisioneiros de colônias da Guerra da Revolução Americana – até mesmo o fantasma de um cachorro vagando nos arredores do cemitério de cães.

Great Hall


Vasculhei a internet para ver encontrava algum episódio do Ghost Hunters nesse castelo, na verdade não sei se eles já foram lá, mas não encontrei, segue um

E vocês já preciaram algum fenômeno paranormal, conte sua história!!

FONTES: Blog: http://inconscientecoletivo.net/top-10-dos-lugares-mais-assombrados/, Flirck: anotherview, PhilnCaz, Fynella,Barcelona 7, Little Chubby Panda e rorrah, e Wikipédia.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009









ANO NOVO EM ALGUMAS PARTES DA EUROPA


O Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em portugues significa "despertar".

A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces - uma voltada para frente e a outra para trás.


PORTUGAL

No Porto a celebração mais famosa é a da Avenida dos Aliados em que todo mundo espera o novo ano, atentos no relógio da Câmara Municipal do Porto, memorável pelo seus fogos de artifício cruzando os edifícios, e pelos concertos populares.
Ano Novo em Porto - Portugal


ESCÓCIA

Na Escócia há muitos costumes especiais associados ao Ano-Novo - como a tradição de ser a primeira pessoa a pisar a propriedade do vizinho, conhecida como first-footing(primeira pisada). São também dados presentes simbólicos para desejar boa sorte, incluindo biscoitos.

Ano Novo em Edimburgo - Escócia


ESPANHA

Na Espanha, exatamente à meia-noite, as pessoas comem doze uvas, uma a cada badalada do relógio da Puerta del Sol, localizada em Madrid.

Ano Novo em Madrid na frente do Relógio Puerta del Sol - Espanha



Em muitos países, as pessoas têm o costume de soltar fogos de artifício em suas casas, como é o caso de Portugal, do Brasil, dos Países Baixos e de outros países europeus. Algumas fotos de comemorações:

Paris - França


Helsinki - Finlândia (quem dera estar lá, a foto mais linda, ahhh, desculpem vcs sabem do meu amor por lá- Bru)


Gothenburg - Suécia

Fonte: Wikipédia e Flickr.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009








SCONES PARTE II


Incrível a variedade desses bolinhos, tenho que me aventurar a fazê-los hahaha!! Ai logo tô fazendo os Scones das fadas (sim eu Bru coloco nome de elemental nos meus inventos hihi)...

VARIEDADES

Os Scones ingleses são normalmente ligeiramente adocicados. Na Escócia e em Ulster, existem uma variedade de scones salgados que incluem scones de soda, também conhecido como 'farls soda'...

Farls Soda

... e scones de batata, normalmente conhecido como scones tattie, que se assemelham a pequenas, finas panquecas salgadas feitas com farinha de batata e lembram latke. Scones de batata são mais comumente servidos fritos em um pequeno-almoço escocêscompleto ou uma fritada Ulster.

Scones Tattie

O scone grelhado é uma variedade de bolinho que é frito em vez de cozido. No idioma escocês, uma chapa é referido como um 'cinto'. Portanto, os "scones de chapa" são conhecidos como "scones de cinto". Este uso também é comum na Nova Zelândia, onde os scones, de todas as variedades, formam uma parte importante da cozinha tradicional.

Griddle Scone- Scone Grelhado


Uma outra variedade comum é dropped scone ou drope scone, depois que o método de deixar cair o batedor para a chapa ou frigideira para cozinhar foi criado. Em alguns países também podem encontrar uma variedades de scones salgados que podem conter ou ser coberto com combinações de queijo, cebola, bacon etc.

Dropped Scone

Nos Estados Unidos, os scones são mais secos, maiores e normalmente doces. Os que são vendidos por lojas de café geralmente incluem recheios como cranberries, blueberries, nozes, ou mesmo chocolate. Recheios maisoriginais incluem Smarties e M & M's. Há também scones misturados com florais disponíveis com o gostinho como o perfume das flores, como rosa, violeta, jasmim, alfazema e flores de laranjeira.


Uma versão mais recente do scone é o lemonade scone, que é feito com limonada e natas em vez de manteiga e leite. No entanto, a maioria dos recheios tendem a ser especiarias, incluindo a canela e sementes de papoula.

Lemonade Scone

Fonte:Google Inglês e Flickr.



quarta-feira, 2 de dezembro de 2009








SCONES PARTE I


Amo (eu Bru) bolinhos, de todos os tipos, mas especialmente os molhadinhos e bem fofinhos, como pouco sabe hahaha...espero que gostem deles tanto qt eu, vou fazer logo pra ver como fica, deliciaaa ^^

O Scone é um pequeno bolinho britânico (ou bolo se incluir açúcar na receita)e é de origem escocesa. Os Scones são especialmente populares no Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e Canadá, mas é comido em muitos outros países. Eles são geralmente feitos de trigo, cevada ou aveia, com fermento em pó como agente de fermentação. O Scone é uma componente básico do chá gelado ou chá Devonshire. A pronúncia da palavra em todo o Reino Unido, varia.


A palavra Scone deriva talvez do holandês medieval:Schoonbrood (pão branco e fino), a partir schoon (puro, limpo) e brood (pão). O Dicionário de Inglês Oxford relata que a primeira menção da palavra foi em 1513.

O bolinho original era redondo e achatado, geralmente do tamanho de uma pequena placa. Este era feito com aveia, e assados em uma grelha (cinto, ou, no idioma escocês), cortados em triângulos para servir. Hoje, muitos chamariam de um grande bolo redondo: bannock, e chamariam os scones 'quadrantes'. Na Escócia, as palavras são muitas vezes utilizados alternadamente.


Quando o fermento em pó tornou-se disponível para as massas, os scones começou a ser cozido no forno, os scones modernos são amplamente disponíveis em padarias britânicas, mercearias e supermercados.


Os Scones vendidos comercialmente são geralmente na forma redonda, embora algumas marcas mais baratas sejam hexagonais como forma de minimizaro disperdício de massa. Quando preparado em casa, toma várias formas, incluindo triângulos, círculos e quadrados. O cozimento de pães em casa é muitas vezes intimamente ligada à panificação do património. Eles tendem a ser feita a partir de receitas de família, em vez de livros de receita, uma vez que é muitas vezes um membro da família que detém a "melhor" e as receita mais interessantes.

RECEITA

600 grs de Farinha com fermento
200 grs de manteiga
1 colhe de chá de sal
2 ovos
Leite para dar liga a massa.

PASSO A PASSO

1. Bata a farinha com a manteiga derretida e o sal. Acrescente os ovos e o leite e bata até a massa ficar macia.



2. Abra a massa até ela ficar com 3 cm de altura. Corte com forminhas redondas do tamanho desejado. Coloque os scones em uma assadeira e pincele a superfície com ovo ligeiramente batido.



3. Leve ao forno médio. Retire quando estiverem dourados e deixe esfriar. Rende 16 unidades.



IMPORTANTE

•Você pode fazer a massa sem batedeira. Amasse com as mãos, mas sem deixar esquentar muito. O resultado será o mesmo.
•Para fazer scones de chocolate, substitua 1/4 da farinha pela mesma quantidade de chocolate em pó amargo.


Fonte: http://www.bemsimples.com/br, Google Inglês e Flickr.



terça-feira, 22 de setembro de 2009






SCOTCH PANCAKES - PANQUECAS ESCOCESAS


Primeiramente gostaria de agradecer enormente a homenagem que a Qüi fez do meu niver ^^ Maninha mto obrigada pelo post, gostei mto ^^ São detalhes assim que fazem os dias melhores !! Tb adoro vc mtão!! Ah sim, mas tenho que te corrigir de uma coisa rs, eu tinha 7 anos quando te conheci hahaha.

Estava sentindo falta de uma comidinha por aqui, quando vi estas panquecas eu babei, sempre tive vontade de fazer umas gordinhas assim, porém no máximo faço crepes, mto finos pro meu gosto que gosta de massa hahaha...


Os escoceses são conhecidos pela sua comida, suas panquecas escocesas, em particular. Estas panquecas devem ser cozinhadas o mais rapidamente possível após a mistura,porque o ácido no soro reage com o bicarbonato de sódio. Deliciosas e leves, essas panquecas são um ótimo começo para o seu dia!(Será? Vamos testar?)


RECEITA:

225 gramas (2 xícaras) de farinha de trigo.
5 ml (1 colher de chá) de creme de tártaro.
2.5ml (1 / 2 colher de chá) bicarbonato de sódio.
2.5ml (1 / 2 colher de chá) de sal.
25g de manteiga.
1 ovo médio.
1 / 2 litro (1 copo) de buttermilk.(Aqui esxplica o que é o buttermilk e sua receita que é super fácil: http://cinarasplace.blogspot.com/2007/03/buttermilk.html)


MODO DE PREPARO:

1. Peneire os ingredientes secos em uma tigela.
2.Faça um buraco no centro dos ingredientes secos com uma colher de pau e acrescente o ovo. Quebrar a gema.
3. Coloque o buttermilk, misturando rapidamente para fazer uma massa grossa. Não bata muito, pois isso iria desenvolver o glúten da farinha e evitando assim que as panquecas cresçam.
4. Coloque grandes porções de massa em uma chapa quente ou frigideira pesada levemente untada. Certifique-se de virar e cozinhar alguns minutos de cada lado.


5.Na hora de servir, pode-se colocar manteiga, calda, morangos frescos ou amoras, chantilly, ou qualquer outro acompanhamento que desejar.


Fonte: http://www.wikihow.com/Make-Scotch-Pancakes, http://bakingforbritain.blogspot.com/2006/05/scotch-pancakes.html

CURIOSIDADE:

Até onde tenha lido esse mêtodo de cozinhar em superficies aquecidas é muito antigo e costume do reino unido. Os 'girdle' utilizados pelos escoceses para a sua cozinha, é um círculo de ferro fundido de chapa plana, com uma semi-circular para segurar. A cidade de Culross em Fife, tem um alvará para a fabrição destas chapas desde por volta de 1599 - este deu Culross um monopólio sobre a produção de chapas durante muitos anos.



quinta-feira, 10 de setembro de 2009








LORENNA MCKENNITT

Lorenna McKennitt, filha de Jack e Irene Mckennitt, de ascendência irlandesa e escocesa, juntou à cultura celta elementos da música oriental, introduzindo um toque erudito e utilizando instrumentos folclóricos, aliados aos sons eletrônicos obtidos através de sintetizadores.





Em 1993, sua música tornou-se mais conhecida, época esta em que Loreena excursionou pela Europa, acompanhando Mike Oldfield. Em 1995 sua versão da música Bonny Portmore foi tema de destaque do filme Highlander 3, provocando assim um grande aumento nas vendas ocasionado pelos fãs do filme.





Loreena McKennitt é muitas vezes comparada com a cantora irlandesa Enya, mas Loreena tem uma música mais fundamentada na tradicional e clássica invocações, com obras literárias como fontes de letras e springboards de interpretação, como "The Lady de Shalott" por Lord Tennyson, "Prospero's Speech" (o solilóquio final do personagem Prospero, da comédia "A Tempestade" de Shakespeare), "Snow", por Archibald Lampman, William Blake, "Lullaby", Yeats, "The Stolen Child", e "The Highwayman", de Alfred Noyes.


Fonte: http://www.quinlanroad.com/ e Youtube.

quinta-feira, 23 de julho de 2009








WHISKY ESCOCÊS

São poucos os produtos fabricados em qualquer parte do mundo que mais remetem às suas raízes, ou que são mais conhecidos, do que o Whisky Escocês (ou Scotch).
Reconhecido como a bebida nacional escocesa, o whisky – em Gaélico, uisge beatha (pronunciado oosh-ga beh-huh), que significa “água da vida” – é produzido no país há mais tempo que se possa lembrar. Nascida séculos atrás como uma forma de aproveitar a colheita da cevada molhada pela chuva, a indústria do whisky cresceu tanto que se tornou uma das mais lucrativas do país, arrecadando centenas de milhares de libras todos os anos.





A Escócia protegeu o termo Scotch internacionalmente. Para que um whisky seja classificado como Scotch, deve ser fabricado exclusivamente na Escócia. Excelentes whiskies são produzidos por métodos similares em outros países, principalmente no Japão, mas não podem ser chamados de Scotches e são geralmente chamados de ‘whiskey’. Mesmo sendo whiskies maravilhosos, não cativaram o paladar escocês.


Existem dois tipos de Whisky Escocês: Malt Whisky e Grain Whisky. Os Malt Whiskies são divididos em quatro grupos de acordo com a localização geográfica das destilarias onde cada um é produzido:



* Lowland Malt Whiskies – produzidos ao sul de uma linha imaginária traçada a partir de Dundee, a leste, até Greenock, a oeste;
* Highland Malt Whiskies – produzidos ao norte da mesma linha;
* Speyside Malt Whiskies – produzidos no vale do Rio Spey. Apesar destes whiskies virem da área designada como Highland Malt Whiskies, a concentração de destilarias e de condições climáticas específicas nesta área produz um whisky de caráter peculiar e requer uma classificação diferenciada.
* Islay Malt Whiskies – produzidos na ilha de Islay.





Cada grupo tem suas características claramente definidas, variando de um sabor mais suave – os Lowland Malt Whiskies – até aqueles destilados de Islay, que são geralmente considerados os mais fortes.





Os Malt Whiskies, que diferem consideravelmente em sabor dependendo da destilaria onde são produzidos, têm um buquê e um sabor mais pronunciados que os Grain Whiskies, que podem ser destilados em qualquer parte da Escócia, pois sua produção não é tão influenciada por fatores geográficos.

Fonte: http://ukinbrazil.fco.gov.uk


sexta-feira, 29 de maio de 2009








GAITA DE FOLE ESCOCESA

A Great Highland Bagpipe (conhecida em Português como "Gaita Escocesa" ou "Gaita-de-fole Escocesa"), é talvez a mais conhecida de todas as gaitas-de-fole.
Isso deve-se sobretudo à grande popularidade que esta goza no mundo anglo-saxónico, resultado da influência dos meios de comunicação e produções cinematográficas de países como os Estados Unidos da América, por exemplo, que a celebrizaram por todo o mundo, sobretudo incluída em bandas militares.
Apesar de estar conotado com as Terras Altas da Escócia, este instrumento está difundido nas ilhas britânicas e em praticamente todo o mundo, especialmente nas ex-colónias ou protectorados do Império Britânico - como o Paquistão ou a Índia, por exemplo, que são fabricantes em massa deste instrumento - e também na Nova Zelândia, Austrália, Estados Unidos da América, Irlanda e Canadá, bem como no Médio Oriente e Sudeste Asiático.


Isso deve-se em grande medida à inclusão de bandas militares de gaiteiros escoceses nas fileiras do exército do Império Britânico (a partir do século XVIII), que viajava por todas as colónias. A fama quase internacional da GHB, assim adquirida, acabou por fazer com que uma grande parte de um público menos informado ache que é a única gaita-de-fole existente no mundo, que esta é "superior" às outras ou até que todas as outras gaitas-de-fole "descendem" deste modelo ou que tiveram origem na Escócia - nada disso é verdade.

Na realidade, a Great Highland Bagpipe é apenas uma das muitas formas que o instrumento gaita-de-fole assumiu em todo o mundo e não é nem superior, nem inferior a qualquer outro instrumento do género; é simplesmente diferente. A sua extensão musical, por exemplo, nem sequer é muito abrangente, com apenas praticamente uma oitava de gama e algumas alterações.

Não se sabe quando e como terá surgido a gaita-de-fole na Escócia, embora se presuma que terá sido muito popular por toda a Europa durante a Idade Média e que talvez se possa datar daí a sua introdução (a ausência de fontes anteriores não permite especular muito mais).
Chamar à Great Highland Bagpipe "gaita escocesa" não é inteiramente correcto, pois existem na Escócia muitos outros tipos de gaitas: Scottish Smallpipes, Lowland Pipes, entre outras.

Por outro lado, o instrumento com as características que conhecemos hoje, (a Great Highland Bagpipe) é muito recente.
A versão mais antiga de que há registo só possuía um único bordão tenor, de curtas dimensões, a que foi adicionado outro idêntico por volta do século XVI.
Apenas no século XVIII foi acrescentado um bordão baixo, formando a configuração actual.

Uma banda militar escocesa, a imagem mais conhecida da Great Highland Bagpipe

O tubo melódico, com a afinação e o timbre actuais, também só surgiu por volta dessa época e sofreu grandes transformações até hoje, apresentando grandes diferenças face aos modelos mais antigos.


O modelo fotografado (ver primeira foto acima) foi fabricado na Escócia com materiais sintéticos recentes, de que constitui exemplo o fole em Gore-Tex - uma fibra têxtil sintética - e o tubo melódico em Polypenco (plástico). Os restantes tubos sonoros foram construídos em madeira de ébano. O tubo melódico ("chanter") tem a tonalidade de Sib, enquanto que os bordões baixo ("bass drone") e tenores ("tenor drones") estão afinados na mesma tonalidade, mas duas e uma oitava abaixo do tubo melódico, respectivamente.
A digitação da Great Highland Bagpipe é "semi-fechada"; ou seja, para certas notas levanta-se apenas o dedo situado no buraco da nota a emitir, enquanto que noutras se levantam dois ou mais dedos.


O intervalo entre a tónica e a subtónica do ponteiro da Great Highland Bagpipe é de um tom inteiro, em vez de meio tom - o que se deve ao facto de a Great Highland Bagpipe estar afinada no modo Mixolídio (dois semitons situados do 3º para o 4º e do 6º para o 7º graus a partir da tónica).

Fonte:http://www.gaitadefoles.net/gaitadefoles/ghb.htm , Flickr e Youtube.



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