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terça-feira, 20 de julho de 2010








CULINÁRIA NORUEGUESA


Desculpem minha ausência, tinha que aproveitar um pouco das minhas férias, não teve um dia em que eu não fizesse nada, mas em geral eu fiz de tudo um pouco, como trabalhar no buffet, com sites e com os feltros, ir ao cinema algumas vezes, jogar rpg, comer fora e etc, logo digamos que para umas férias até que estão boazinhas =] E vocês alguém de férias? Que seja da faculdade...ou do trabalho? O que vocês tem feito de bom?

Para compensar trago um pouco de comida para vocês, afinal eu sei que todo mundo de alguma forma se rende a uma comida bonita e cheirosa, pena que não tem como enviar cheiro né?

A CULINÁRIA NORUEGUESA

A culinária da Noruega é famosa pela simplicidade e diversidade, tradicionalmente baseia-se nas matérias-primas disponíveis no país, com foco para a caça, pesca e pecuária, diferentemente do resto da Europa. Porém, a culinária moderna da Noruega é influenciada pela globalização, e os restaurantes urbanos apresentam os mesmos cardápios esperados de qualquer cidade ocidental europeia.

FRUTOS DO MAR

Gravlaks

O salmão defumado é um prato típico de popularidade internacional. Existe em muitas variedades, e é normalmente servido com ovos mexidos, endro, sanduiches ou molho de mostarda. Há também os gravlaks (norueguês: salmão cavado), salmão curado com sal e açúcar, temperados com endro e, opcionalmente, com outras ervas e temperos. Um prato ainda mais pelicular é o rakfisk (norueguês: peixe empapado).

Rakfisk

O maior produto de exportação da Noruega já foi o bacalhau, porém um grande número de espécies de peixes (além do bacalhau) são populares atualmente, como salmão, arenque, sardinha e carapau. Os frutos do mar são usados frescos, defumados, salgados ou em conservas.

Lutefisk

Um dos pratos mais tradicionais de bacalhau da Noruega é o chamado lutefisk, cujo nome significa literalmente peixe com soda cáustica, devido ao fato de ser preparado com soda cáustica ou hidróxido de potássio. A temporada do lutefisk começa em Novembro, sendo servido habitualmente no período natalino.

CARNES

Lompe

O lompe, uma espécie de crepe feito de batata, é também bastante popular. É normalmente consumido enrolado sobre uma salsicha com ketchup, sendo possível encontrá-lo em lojas de comida de rua por toda à Noruega. Entre os recheados, destaca-se o morrpølse, consumido desde a era dos vikings.

Fealår

Ainda na vertente de produtos fumados, é muito popular o fenalår, que se assemelha a um presunto curado, mas feito com perna de cordeiro. Já o hakkasteik constitui também um prato bastante popular, sendo constituído por carne picada de diversos animais, tais como suíno, bovino e borrego.

Hakkasteik

No início do outono, é costume, em algumas regiões do país, consumir fårikål, um cozido de borrego e repolho. Em 1970, foi escolhido como prato nacional norueguês, num programa de rádio.

PÃES

No que diz respeito aos pães, destacam-se o krotekaker, um pão liso tradicional da região de Hardanger, e o lefse, um pão norueguês com uma forma semelhante a uma tortilha mexicana, confeccionado com batata, leite ou natas e farinha e assado numa chapa.

Krotekaker


DOCES

Kransekake

Nos doces, pode ser destacado o kransekake, consumido normalmente em ocasiões festivas como casamentos, batizados, no Natal e no ano novo. Pode também ser destacado o skolebrød, que significa pão doce da escola. A popularidade deste último deu origem a um concurso em 2009, com vista a eleger a melhor receita para o futuro.

Skolebrød

Fonte: Flickr: nonpareils,RennyBA, lablover47, lash74, DrewVigal, hfb e eir.husby, e Wikipédia.

segunda-feira, 5 de julho de 2010






ESCANDINÁVIA


Eu sempre comento aqui que sou apaixonada pela Finlândia e pela Escandinávia, mas nunca sobre o que seria a Escandinávia, aposto que tem muita gente que não sabe direito o que é, e a origem da palavra, neste sentido criei este post, espero que gostem ^^

O QUE É?

A Escandinávia é uma região geográfica e histórica do norte da Europa e que abrange, no sentido mais estrito, a Suécia e a Noruega, embora muitos geógrafos incluam também a Dinamarca e, mais raramente, a Finlândia, as ilhas Feroé e a Islândia. Qualquer que seja a definição usada, considera-se a península Escandinava como núcleo principal da Escandinávia. Ao conjunto Escandinávia + Finlândia dá-se também a designação Fino-Escandinávia (em inglês: Fenno-Scandia).


Devido às sucessivas vagas de glaciação, a Escandinávia foi repetidamente despovoada e desprovida de fauna e flora terrestres ao longo do tempo. Os estudiosos a apontam como a terra de origem de uma parte dos povos germânicos e dos viquingues.

Östersund- Suécia

Por ser uma região puramente histórico-geográfica, a Escandinávia não corresponde a nenhuma fronteira política definida. O uso do termo é muitas vezes incerto, ora incluindo, ora excluindo países vizinhos da península Escanava.

Em contraste com a ambiguidade quanto ao termo Escandinávia, a expressão "países nórdicos" é empregada com certeza para referir o conjunto de países formado por Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Islândia, inclusive seus territórios associados (Groenlândia, ilhas Feroé e Alanda). Aqueles países integram o Conselho Nórdico.

Bud (Vila de Pescadores)- Noruega

ORIGEM DO TERMO

Os termos "Escandinávia" e "Escânia" (Skåne) possuem a mesma etimologia. A fonte conhecida mais remota para o termo "Escandinávia" é a História Natural de Plínio, o Velho, datada do século I d.C. Outras referências à região são encontradas em Píteas, Pompônio Mela, Tácito, Ptolomeu, Procópio e Jordanes.

Igreja de Kitee- Finlândia

Acredita-se que o nome usado por Plínio possa ser de origem germânica ocidental, referindo-se originalmente à Escânia. Segundo alguns dos principais estudiosos do tema, a raiz germânica pode ser reconstruída como *Skaðan ("perigo" ou "dano"); já o segundo segmento do termo é reconstruído como *awjo ("terra na água" ou "ilha"). O nome "Escandinávia" poderia então significar "ilha perigosa", uma referência talvez aos traiçoeiros bancos de areia em volta da Escânia.

Copenhagen - Dinamarca

Era generalizada, entre os autores clássicos do século I, a crença de que a Escandinávia era uma ilha. Esta idéia, juntamente com o termo Scandiae que Plínio usava para um grupo de ilhas nórdicas, dominou as descrições da Escandinávia nos textos clássicos ao longo dos séculos seguintes. A "Scandinavia" de Plínio talvez fosse uma das ilhas "Scandiae". Esta idéia foi retomada por Ptolomeu, que usou o termo "Skandia" para a maior e mais oriental das três ilhas "Scandiai" que, segundo ele, situavam-se a leste da Jutlândia. Ptolomeu referiu-se a toda a "ilha" da Escandinávia pelo nome "Scandia", inclusive para áreas muito mais ao norte da atual Escânia, mas nem as listas de tribos escandinavas de Plínio nem as de Ptolomeu incluíam os suiões mencionados por Tácito. Alguns dos primeiros estudiosos suecos adicionaram-nos posteriormente, ao argumento de que os suiões constavam dos textos mas foram depois removidos por equívoco.

Skogar - Islândia

Fonte: Wikipédia, Google e Flickr: Krogen,P-too, s.niemelainen.

quarta-feira, 26 de maio de 2010








FEIRAS EUROPÉIAS


Adorooo uma feira, eu (Bru)acho mágico ver todas aquelas frutas, legumes e verduras expostos, tão lindos e cheirosos, fico até com vontade de comer, sendo que não como frutas rsrsrs...para não falar no nosso pastel né?hehehe, pensando nisso este post vai falar sobre as feiras na Europa, as fotos vou focar nas de alimentos como as nossas aqui ok?

Feira em Estocolmo - Suécia

HISTÓRIA DAS FEIRAS

A história da humanidade está repleta de referências a feiras. Não se sabe ao certo onde e quando apareceu a primeira feira, no entanto há dados que nos permitem afirmar que em 500 a.C. já havia feiras no Médio Oriente, nomeadamente em Tiro.

As primeiras referências a feiras aparecem misturadas com referências ao comércio, às festividades religiosas e aos dias santos. As feiras sempre revelaram um caráter comercial desde o início. Mercadores de terras distantes juntavam-se, trazendo os seus produtos para troca por outros. É também evidente que a religião andou de mãos dadas com o comércio. A palavra latina feria, que significa dia santo, feriado, é a palavra que deu origem à portuguesa feira, à espanhola feria ou à inglesa fair.

Feira em Verona - Itália

Após a decadência do Império Romano, as feiras medievais representaram o momento no qual ressurge o comércio na Europa, no final do século XI. A Europa saía do feudalismo, no qual as pessoas viviam em territórios limitados, no qual produziam tudo o que precisavam, sendo que quando algo faltava, conseguiam-no através de trocas.

Feira em Helsinki - Finlândia


No entanto, as Cruzadas reabriram o caminho pelo mar Mediterrâneo e possibilitaram aos europeus um maior contato com o Oriente, de onde traziam mercadorias raras e exóticas (cravo, canela, pimenta, seda, porcelana), muito cobiçadas no Velho Continente. Neste momento, podemos falar no renascimento comercial, uma vez que essas mercadorias eram trazidas e fizeram com que o dinheiro, até então entesourado, retornasse a circulação.

Feira em Lubljana - Eslováquia

Estes produtos começaram a ser vendidos nas feiras que surgiam nas cidades que renasciam. Como essas novas cidades foram chamadas burgos, em virtudes de seus muros fortificados, os habitantes das cidades tornaram-se os burgueses, termo que posteriormente se aplicou somente aos comerciantes enriquecidos com sua prática. Durante a realização das feiras medievais interrompiam-se guerras, a paz era garantida para que os vendedores, dispostos lado-a-lado, pudessem trabalhar com segurança. Da mesma maneira, guardas vigiavam todo o perímetro de modo a evitar que algum desordeiro pudesse causar incómodos àqueles que por ali passavam e desejavam efetuar suas compras. Os mercadores medievais realizavam as transições comerciais e intermediavam trocas numa atividade eminentemente itinerante.

San Sebastian - Espanha

Enquanto dezenas de saltimbancos, fazendo malabarismos, procuravam divertir o povo que se movia de barraca em barraca, prosseguindo nas compras. As feiras medievais foram instaladas em locais estratégicos, como o cruzamento de rotas comerciais, e algumas chegaram a ter abrangência internacional. O renascimento do comércio tornou necessário o uso do dinheiro, prática que havia desaparecido quase que totalmente nos séculos anteriores. Nas feiras, como havia pessoas que vinham de vários lugares, havia uma grande variedade de moedas em circulação, o que desenvolveu os bancos e o câmbio.

Feira em Bergen - Noruega

Fonte: Flickr:shaggyshoo, Bluebird0927 (Off/On), imagistpoet, topgold, ahrstrom52,Wikipédia.

domingo, 14 de março de 2010








TROLLS PARTE 2


Seguindo com a segunda parte dos Trolls, eles não são fofinhos? hahaha ^^ Td bem eu (Bru) admito que tenho um gosto estranho quanto aos seres mágicos, deve ser minha afinidade com o elemento Terra que me permite ver beleza nesses seres grandes hehehe.

NA NORUEGA

Em nenhum outro país da Escandinávia, os trolls formam parte tão importante da cultura e tradição narrativa como na Noruega. O trolls são de suma importância para o folclore e estão presentes em todos os contos de fadas. Mas, porque particularmente na Noruega existem várias explicações. Em uma Europa super-populosa, a Noruega segue sendo o reino da natureza. Na profundidade de seus bosques, o silêncio permanece desde mil anos atrás. Ali dentro, a vida moderna não conseguiu penetrar. Em seu silêncio, deixa bastante desconfortável o homem moderno, que vive contando sua vida em horas e minutos. Já o bosque, canta seu hino eterno. Uma árvore pode cair e perecer quando derrubada pelo vento, mas logo surgirão novo brotos e novas árvores. A repetição é inevitável, as estações vão e vem, verão e inverno, primavera e outono. A eternidade prevalece. (Lindo simplesmente lindo, por isso que eu amo a Escândinavia ^^)


São nestes bosques que vivem o troll norueguês, como espírito da natureza. Não é veloz como o fauno grego, que corre pelas colinas nuas e desoladas É pesado, escuro e enorme. Todo norueguês sabe como se parece um troll do bosque, ou o troll de três cabeças, que faz prisioneira a princesa da Montanha Azul. Mas também podem trocar de forma e adotarem a forma de pequenos homens selvagens. Nas ilhas de Shetland e Orcadas recebem o nome de Ladrões Noturnos ou Predadores da Noite, pois só saem à noite para entrar nas casas quando as pessoas dormem. Gostam de se aquecer no fogo e se ofendem se encontram uma porta fechada que os impeça de entrar.

Passagem dos Trolls na Noruega

Vivem dentro de antigos túmulos funerários ou em grutas, onde guardam ouro, prata e pedras preciosas. Ali celebram suas grandes festas e gostam de música e dança. Essas festas são celebradas nos solstícios de verão e inverno, quando saem de seus túmulos e se pode vê-los interpretando uma dança descompasada de inclinações e saltos chamada "henking".

Os trolls seqüestram as crianças humanas e deixam no lugar pequenos seres de aparência enferma, chamados "trowies'. Um pescador viu certa vez, um troll a caminho da casa de seu cunhado, onde sua irmã estava dando à luz. Compreendeu que estava indo roubar o novo bebê. Correu até a porta e a fechou com a chave de ferro. O troll, enfurecido, o enfeitiçou, privando-lhe dos movimentos. Permaneceu naquela posição até que passou por ali uma anciã que o benzeu, retirando-lhe a maldição.


Os trolls eram originalmente considerados seres malévolos e implacáveis inimigos dos seres humanos. Roubavam qualquer viajante que se atrevesse á ingressar em seus domínios. Enormes, de pele dura e quase indestrutíveis, possuíam um defeito: se fossem capturados em pleno sol se convertiam em pedra ou estalavam. No folclore posterior, os trolls eram menos impressionantes e malignos. Cometiam atos de malícia, como roubar as viandas das moças que cruzavam seu caminho, e também tinham poderes mágicos tais como a profecia e metamorfoses. Nas populares histórias dos Mumin, de Tove Jansson, estão metamorfoseados em criaturas benignas que vivem em uma arcadia rural.



Fonte: Google:Imagens e http://www.rosanevolpatto.trd.br/troll.htm.

sexta-feira, 12 de março de 2010









TROLLS PARTE 1


Para mim (Bru) Trolls nada mais são do que enormes elementais, ou seja, são tão reais quanto o vento que bate em seu rosto ou a chuva que molha seus cabelos, mas para grande maioria infelizmente é uma lenda...seja como for aproveitem a história ^^

Os trolls são criaturas antropomórficas do folclore escandinavo. Eles vivem em grandes unidades familiares com um rei e uma rainha supervisionando a área de cada grupo. Eles podem apresentar na forma de gigantes horrendos e diabólicos ou como pequenas criaturas, medindo em torno de noventa centímetros de altura. Geralmente vivem em cavernas, grutas subterrâneas ou nas proximidades de ruínas de castelos.


NO FOLCLORE ESCANDINAVO

O significado da palavra "troll" é incerto. Originalmente poderia ter significado "sobrenatural" ou "magia" com um revestimento de "maligno" ou "perigoso". Outra probabilidade é que signifique "alguém que se comporta violentamente".

Na antiga Suécia, "trolleri" era um tipo particular de magia que provocava o mal. Mas, os termos escandinavos como "trolldom (bruxaria) e trolla/trylle (realizar truques de magia) não implicam relação alguma com os seres mitológicos. Mas, segundo fontes da mitologia escandinava, Troll pode significar qualquer ser estranho, incluindo, porém não limitando os gigantes nórdicos (Jotun).


O ambíguo significado original da palavra troll parece ter sobrevivido algum tempo depois que a antiga literatura escandinava foi documentada. Isso pode observar-se em termos tais como "siötrollet" (troll do mar), sinônimo de havsmannen (homem do mar), um espírito protetor do mar e espécie equivalente masculino da sjörå (huldra).

Na Escandinávia há muitos lugares chamados em honra aos trolls, como a cidade Sueca de Trolhättan (capuz de troll) e a legendária montanha Trolkyrka (igreja de troll).

Trolhättan

Gradualmente se pode discernir a formação de duas tradições principais sobre o uso de troll. Na primeira, o troll é um descendente direto dos jötnar escandinavos, grande e bruto. Ele é descrito como muito feio e com características de animais apresentando presas e olhos ciclópeos. Essa é a tradição que chegou a dominar contos de fadas e lendas e é também o conceito predominante de troll na Noruega. Com regra geral, o que seria chamado de um "troll" na Noruega seria na Dinamarca e na Suécia um "gigante" (jætte o jätte, derivado de jötunn).


O bergtroll (troll da montanha), segundo a tradição, é o troll que reside embaixo da terra e é muito parecido com os humanos. Uma maneira de reconhecê-lo é fixa-se no que veste: as mulheres trolls aparecem sempre com roupas muito elegantes para ser mulheres humanas que se movem com freqüência pelo bosque. No entanto, na maioria das vezes, os trolls se mantêm invisíveis e assim podem viajar sobre os ventos, como no caso do troll de vento Ysätters-Kajsa ou fixar-se nos lares humanos. Eles também ficaram muito conhecidos pela habilidade de trocar de forma, adotando o aspecto de troncos caído ou animais como gatos e cães.

Enquanto que os trolls gigantes ou ogros aparecem quase sempre como seres solitários, acredita-se que os trolls menores são seres sociáveis que vivem juntos, como os humanos, porém no bosque. Criavam animais, cozinhavam e forneavam pão, eram excelentes artesãos e celebravam grandes banquetes. Como muitas outras espécies do folclore escandinavo, se dizia que viviam em complexos subterrâneos, acessíveis desde entradas embaixo de grandes extremidades angulares rodeadas de bosques ou montanhas. Tais extremidades podiam estar erigidas sobre pilares de ouro. Em suas moradas, os trolls acumulam ouro e tesouros.


Havia muita discrepância se os trolls eram basicamente malvados ou não, mas na maioria das vezes tratavam as pessoas do mesmo como eram tratados. No entanto, podiam causar muito mal quando se tornavam vingativos. Também eram grandes ladrões e gostavam de roubar comida dos camponeses. As vezes raptavam pessoas para torná-los escravos ou prisioneiros. Essas pobres almas eram conhecidas como bergtagna (levados à montanha ou tomados pela montanha) que também é a palavra escandinava para "levar-se por arte de magia". Estar "bergtagen" não só se referia ao desaparecimento de uma pessoa, mas também a que trás seu retorno, ficava afetado por loucura ou apatia provocada pelos trolls.

Como outras criaturas do folclore escandinavo, também temiam o ferro. Eles foram perseguidos pelo deus Thor que jogava seus martelos como raios para matá-los

Fonte: Flickr:i.prinke, Google:Imagens e http://www.rosanevolpatto.trd.br/troll.htm.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009








WAFFLES PARTE II

Como o post ia ficar enorme, e eu sei que ler muito tempo no pc é complicado, segue a segunda parte ^^

VARIEDADES DE WAFFLE

= Waffles americana: são feitas de uma massa fermentada com fermento em pó. Eles são geralmente servidos como alimentos do café da manhã, cobertos com manteiga e diferentes xaropes, mas também são encontrados em diversos pratos salgados, como frango frito com waffles ou cobertos com guisado de rim.Eles também podem ser servidos como sobremesas, cobertos com sorvete e várias outras coberturas. Eles geralmente são mais densos e mais finos que o waffle belga. Os Waffles foram introduzidas pela primeira vez na América do Norte em 1620 pelos peregrinos que trouxeram o método da Holanda. Thomas Jefferson trouxe um ferro de waffle da França, e tornaram-se populares no final do século XVIII.


=A waffle de Bruxelas: é preparada com uma massa fermentada com levedura. É geralmente, mas nem sempre, mais leve, mais grosso e mais nítida e tem espaços maiores, em comparação com outras variedades de waffle.Na Bélgica, é servido quente por vendedores ambulantes, polvilhado com açúcar de confeiteiro e, por vezes coberto com chantilly ou chocolate.


=O waffle Liège: (a partir da cidade de Liège, no leste da Bélgica) é um waffle mais rico, mais denso, mais doce. Inventado pelo chef do príncipe-bispo de Liège, no século 18 como uma adaptação de massa de pão brioche, possui pedaços de açúcar pérola, que caramelizes do lado de fora quando o waffle é assado. É o tipo mais comum de waffle disponível na Bélgica e é preparada nas versões tradicional, baunilha e canela por vendedores ambulantes em toda a nação.


=O Waffle estilo Hong Kong: em Hong Kong um bolo chamado "grid" ou biscoitos "grid" (格仔饼), é um waffle geralmente feitos e vendidos por vendedores de rua e comidas quentes na rua. É similar a um waffle tradicional, mas de maior dimensão, de forma redonda e dividida em quatro trimestres.É geralmente servido como petisco. Manteiga, manteiga de amendoim e açúcar são espalhados em um lado do waffle cozido e, em seguida, é dobrado em um semicírculo para comer. Ovos, açúcar e leite evaporado são usados nas receitas de waffle, dando-lhes um sabor doce. Elas geralmente são suaves e não densos. Os Tradicionais waffles estilo de Hong Kong tem um sabor forte da gema. Às vezes, diferentes sabores, como chocolate e melão mel, são utilizados na receita para criarem várias cores.


= Stroopwafels: Veja este post sobre eles.


=Waffles estilo escandinavo: comuns em todo os países nórdicos, especialmente na Suécia, são finos, feioas em um coração de ferro em forma de waffle. O estilo mais comum são os doces, com chantilly ou creme e morango, geléia de framboesa, frutas, ou simplesmente açúcar, por cima.


Na Noruega, o queijo marrom também é uma popular cobertura. Tal como acontece com crepes, existem aqueles que preferem um estilo de salgados com várias combinações, como o queijo azul.

Na Finlândia, recheios salgados são raros, são normalmente servidos com geléia, açúcar, chantilly ou sorvete de baunilha.

FONTE: Wikipédia Inglesa e Flickr.





quinta-feira, 15 de outubro de 2009








WAFFLES PARTE I

Sou (Bru) louca por Waffles, já fiz algumas vezes aqui em casa, ficam ótimos ^^ Agora eu não sabia que eles eram de várias partes da Europa, nem sobre sua origem medieval.


O Waffle é uma massa ou massa de bolo assados em um ferro de Waffle padronizados para dar uma forma distinta e característica. Há muitas variações baseadas no tipo e forma do ferro e da receita utilizada.

ETIMOLOGIA

Waffle e Wafer tem raízes etimológicas comuns. Wafre (wafer) ocorre no Inglês Medieval de 1377, adaptado do baixo alemão: wâfel, com o l alterado para R. Modern Dutch wafel , French gaufre , and German Waffel , all meaning "waffle", share the same origin. No moderno holandês: Wafel, no francês: gaufre e no alemão: Waffel, têm a mesma origem. The Dutch form, wafel , was adopted into modern American English as waffle in the 18th century. [ 1 ] [ 2 ] A fomra holandesa, Wafel, foi adaptada para o Inglês Moderno Americano como waffle no século 18.


HISTÓRIA

ORIGEM MEDIEVAL

O waffle moderno tem suas origens nas bolachas, bolos muito e leves torrados cozidos entre formas de ferro de waffle da Idade Média. Os ferros de Wafer consistiam em duas placas de metal ligadas por uma dobradiça, com cada placa ligada a um braço com uma madeira como alça. O ferro foi colocado sobre uma fogueira e sacudido para cozinhar os dois lados da bolacha. Os ferros foram usados para produzir uma variedade de planos diferentes, pães ázimos, geralmente a partir de uma mistura de cevada e de aveia, e não como os de hoje que se usa a farinha branca.

Na Inglaterra do século 14, as bolachas eram vendidas por vendedores de rua chamados: waferers. O waffle é uma forma moderna fermentada da bolacha.


LEI DO WAFFLE MEDIEVAL

Na Europa medieval, os vendedores estavam autorizados a vender seus waffles fora das igrejas nos dias santos e durante outras celebrações religiosas especiais. A Concorrência nas igrejas se tornou muito grande, e às vezes violenta, de modo que o rei Charles IX da França impôs um regulamento sobre as vendas de waffle, exigindo que os fornecedores mantessem uma distância de, pelo menos, deux toises (4 pés m/12)um do outro.


RECEITA

Como vocês vão ver no prôximo post existem trilhões de waffles, logo devem haver tantas quantas receitas, escolhi essa belga, espero que gostem ^^!

INGREDIENTES:

7 gramas de fermento biológico seco instantâneo.
1/4 xícara de leite morno.
3 gemas de ovo.
2 3/4 xícara de leite morno.
3/4 xícara de manteiga derretida e resfriada, ainda morninha.
1/2 xícara de açúcar.
1 1/2 colher de (chá) sal.
2 colheres (chá) de extrato de baunilha.
4 xícaras de farinha de trigo.
3 claras de ovo.

(P.S Xícara medida 240ml- Rende 8 waffles )

MODO DE PREPARO:

Em uma tigela pequena, dissolva o fermento em 1/4 de xícara de leite morno e reserve por 10 minutos – eu acrescentei um pouco da farinha de trigo.
Em outra tigela, misture as gemas, 1/4 de xícara de leite e a manteiga derretida; junte a mistura de fermento, acrescente o sal, açúcar e a baunilha; e alternadamente, junte o leite restante e a farinha de trigo, terminando com a farinha de trigo.
Bata as claras em neve mole e junte ao preparado anterior, tampe e feche com filme plástico e deixe crescer em um local livre de correntes de ar, por cerca de 1 hora, ou até dobrar de volume.
Aqueça o aparelho para fazer o waffle, unte com manteiga/margarina derretida e vá fazendo os waffles. Sirva imediatamente.

(Existem máquinas lindas de fazer os waffles, mas também versões de ferro que são baratinhas e são usadas no fogão, eu uso dessas, dá certo tb!).

FONTE: Wikipédia Inglesa,Pitadinhas, Flickr.

Tem coisa mais fofa?




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