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domingo, 27 de dezembro de 2009








EXPOSIÇÃO PEQUENO PRÍNCIPE


Acredito que a grande maioria de vocês que moram em São Paulo ouviu falar que rolou por aqui a Exposição: O PEQUENO PRÍNCIPE NA OCA, que foi do dia 22 de outubro até o dia 20 de dezembro, eu (Bru) tive a oportunidade de ir (ganhei ingressos do Uol =]) e como sei que muita gente não conseguiu ir e outras são de outros estados vou colocar algumas coisinhas curiosas aqui.

A exposição em si é extremamente relaxante, com música suave de fundo e cores calmantes, foi difícil chegar ao final e não querer um travesseiro rs! Ela tinha quatro andares, sendo o primeiro (por onde você entra) uma amostra com trechos do livro projetadas em paredes especiais, o mais bonitinho era que para mudar de um lugar ao outro sem se perder você seguia as estrelas projetadas no chão, infelizmente a máquina não pegou esse detalhe, mas eis fotos desta parte:



Só agora me dei conta que apareço em quase todas, mas dá pra ver o fundo né? hahaha


O andar abaixo mostra as aventuras do autor do livro, o francês Antoine de Saint-Exupéry, ao redor do mundo, este era piloto de avião, segundo o portal G1, Saint Ex, como era chamado pelos amigos, trabalhou no primeiro correio aéreo do mundo, a Aéropostale, que anos mais tarde se tornaria a Air France. Pilotando os aviões da companhia, ele fez viagens que ficariam eternizadas em seus livros. Por meio da empresa, ele foi enviado para trabalhar em Buenos Aires. “Ele conhecia muitos pilotos que viajavam pela costa brasileira e com certeza voava até lá para encontrá-los.”

A partir deste trecho a minha máquina pifou- fiquei apenas com o celular, então a luz ficou prejudicada


Acima do primeiro andar se encontra fotos, cadernos, desenhos, jornais e até uma pulseira que foi de Antoine de Saint-Exupéry, dispostos de modo muito interessantes em grande retangulos iluminados ( a melhor definição que encontrei =P). São lindas as capas dos jornais da época, pena que não mais assim:



E claro o que mais me fascinou neste andar foi as capas do Pequeno Príncipe ao redor do mundo:

Itália


Bulgária


Ucrânia


Moldávia


Azerbaijão


Romênia


Por fim o último andar acima deste contava com um espaço muito lindo, onde o pequeno planeta do Pequeno Príncipe foi reproduzido em escala grande, lá você podia tirar os sapatos, deitar pertinho de sua rosa e observar as projeções dos planetas no teto que giravam, haviam também puffs pratas, um convite a relaxar e pensar em todas as mensagens da exposição. Como disse estava só com celular nesta altura então as fotos saíram bem escuras, mesmo porque a luz era bem fraca, mas espero que mesmo ruins vocês possam ter alguma idéia de como era:

O Planeta


Os Planetas no Teto


Detalhe curioso e pessoal, O Pequeno Príncipe foi o primeiro livro que me lembro de ter lido sem ser para escola, minha meu deu qd eu tinha por volta dos 6/7 anos, com uma dedicatória que não me faz mentir rs, e foi um livro que me marcou muito pela sua simplicidade e acima de tudo verdade, ele é repleto de frases de efeito, e a exposição as frisa muito, tira foto de algumas, aproveitem e reflitam sobre elas:






A Exposição já acabou mas o site oficial ainda está no ar e tem coisas interessantes, dêem uma espiada: http://www.opequenoprincipe.com/.

Fonte: Portal G1, Fotos Minhas e Site Oficial da Exposição.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009








MIHAI EMINESCU


Desculpem a ausência, eu (Bru) estive trabalhando neste fim de semana, tirando o calor, sobrevivi hehehehe, odeio calor, e não gosto do sol, embora quando ele não esteja na minha cara eu goste de olhar a paisagem hehehe.....Espero que tenham tido um ótimo fim de semana ^^ Vamos ao post?


Mihail Eminescu (Botoşani, 15 de Janeiro de 1850 — Bucareste, 15 de Junho de 1889) foi o mais importante e conhecido poeta da literatura romena. É o poeta nacional da Romênia e da República da Moldávia.

Botoşani


Bucareste

Nasceu na região da Moldávia, onde passou sua infância, foi enviado depois para o ginásio de Cernăuţi (hoje parte da Bucovina ucraniana), de onde fugiu inúmeras vezes para seguir grupos de artistas ambulantes; em sua fuga mais espetacular foi até a Transilvânia. Com isso, não retornou mais ao ginásio e passou a levar uma vida de boêmio em Giurgiu e Bucareste. No entanto, seu pai encontrou-o em 1869 e mandou-o para Viena. Nesta cidade, Eminescu estudou filosofia e filologia sem, no entanto, obter qualquer diploma.

Seu nome de família era Eminovici, mas o escritor passou a se chamar Mihai Eminescu com o fim de romenizar seu nome, trocando o sugixo patronímico eslavo ici (ić) por um tipicamente romeno, escu.


Escreveu muito por essa época e graças a Iacob Negruzzi, publicou seus primeiros versos na revista Junimea. Foi por algum tempo ator, inspetor de escolas e bibliotecário em Iaşi, onde conheceu Veronica Micle, sua inspiradora, e seu grande amor.


Em 1872 foi para Berlim, onde seguiu os cursos de Dühring e Zeller, mas também desta vez não obteve o diploma de doutor em filosofia.


Em 1874 conseguiu em Iaşi um modesto emprego em um escritório. Mais tarde, em 1877, entrou para o jornal conservador Timpul, onde conseguiu exprimir suas idéias e desenvolver seu espírito de polemista.

Iaşi

Com perturbações mentais em 1883, foi curado em Viena. Voltou então para sua pátria e lá, com períodos de demência, acabou seus dias, morto por um companheiro de hospício.

Embora sua obra ainda não tenha sido totalmente publicada, grande parte dela foi traduzida para diversos idiomas. Eminescu exerceu influência decisiva sobre as posteriores promoções dos poetas da Romênia. Suas poesias filosóficas caracterizam-se por um profundo pessimismo, onde a influência de Schopenhauer é muito perceptível.

Algumas obras em sua homenagem:

Em Paris


Em Bucareste


Não sei de onde é =/

P.s Gostei muito da descrição sobre a vida dele, o que acharam? Parece uma personalidade dark (eu não gosto nada vcs sabem, gente louca e sombria? eu hahahaha...ah que eu vou fazer sou banger e quase psico, não resisto hahaha).

Fonte:Wikipédia, Google Imagens e Flickr.



terça-feira, 11 de agosto de 2009








VINHOS DA MOLDÁVIA

A Moldávia é um antigo produtor de vinhos; foi fornecedor exclusivo do mercado soviético e recentemente teve autorização para exportar livremente. Isso indica que poderemos em breve provar os vinhos que encantavam os Romanov.





Há 2500 anos os colonizadores gregos inundaram a região com a cultura do vinho, atividade chave na economia da antiga Grécia.
Um novo estágio na vitivinicultura começou após a anexação da Moldávia à Rússia em 1812, quando a nobreza russa começou a importar videiras da França. Com isso a Moldávia tornou-se a maior produtora de vinhos da Rússia, com 50% da produção. Vinhos foram exportados para diversos países, incluindo a França.





Durante todo o século 19 o vinho Negru de Purcari foi enviado para o Reino Unido. No final do século, a família real fundou sua própria vinícola, Romaneshti, em honra da família Romanov. A qualidade do vinho o fez conhecido e enviado para outros tronos europeus.
Atualmente Cricova, Milestii Mici e Branesti são os maiores produtores da república. Existem cidades inteiras com caves espalhadas por muitos quilômetros, onde milhões de garrafas de outras safras são guardadas.





Começando nos anos 90, o renascimento e desenvolvimento da qualidade da produção industrial de vinhos na Moldávia tornaram-se os principais fatores de sucesso econômico.
A Moldávia é um país pobre e aposta na tradição de seu vinho para trazer prosperidade com as exportações.


Fonte:www.academiadovinho.com.br
IMagens Google

segunda-feira, 22 de junho de 2009








MOLDÁVIA


LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Moldávia limita-se ao norte e ao leste com a Ucrânia e ao oeste com a Romênia. O território inclui a zona norte de Besarábia e a região sul de Bucovina. A orografia da Moldávia caracteriza-se por ser uma planície muito fértil, interrompida, somente por suaves colinas, especialmente no norte e o centro do país. O principal rio, o Dniéster flui pelo oriente, desembocando no Mar Negro, enquanto o Prut flue pelo oeste, marcando a fronteira natural com a Romênia.

Dniéster

A capital do país é Kishinev. Outras cidades importantes são Tiraspol, Beltsy, Bendery e Rabnita. Moldávia ocupa uma superfície total de 43.000 quilômetros quadrados, com uma população aproximada de 4.360.000 habitantes

Kishinev


Tiraspol


Bendery


A criação da Comunidade de Estados Independentes (CEI) em 1991 significou a reorganização tanto geográfica quanto política da antiga União Soviética. A CEI extende-se atualmente ao longo de 22, 100, 900 quilômetros quadrados, dos quais 5, 269, 100 são europeus e o resto asiático.
A CEI européia está separada da asiática pelos Urais, cadeia montanhosa de mais de 2.000 quilômetros quadrados, extendendo-se desde o mar de Kara até a depressão carcásica. O nível de erosão desta cadeia montanhosa é muito avançado, pois sua antigüidade remonta-se em algumas zonas até o Paleolítico. Dividem-se em Polares, Setentrionais nos que encontra-se a montanha mais alta do sistema, a Narodnaja com 1, 895 mt., Centrais e Meridionais. Ao oeste dos Urais encontramos uma enorme planície, cuja origem procede das glaciações quaternárias e que conforma o território natural da Rússia e Ucrânia. Também podemos encontrar outras montanhas nos Cárpatos Orientais, na república ucraniana, cujo pico mais alto é o Goverla com 2.061 metros e, dividindo o Mar de Azov do Mar Cáspio, o Cáucaso.

A bacia fluvial é muito abundante e costuma ser navegável. Habitualmente os diferentes rios comunicam-se através de canais. Os mais importantes são o rio Dniéster, 1.350 quilômetros., o Dinéper, 2.200 quilômetros., o Volga, 3.530 quilômetros., e o Ural com 2.430 quilômetros. Também são abundantes os lagos como o Ladoga com 18.400 quilômetros quadrados, o Onega com 9.610, o Rybins com 4.100 e o Peipus com 3.550 quilômetros.


Fonte:http://www.colegiosaofrancisco.com.br/, Flickr e Google Imagens.



segunda-feira, 30 de março de 2009








IGREJAS

Os monastérios pintados de Moldávia alcançam fama bem além das suas fronteiras . Eles são, provavelmente, a maior atração turística do país, visitados diariamente por centenas de viajantes de pelo mundo inteiro. E o que há de tão especial neles?





Todas as igrejas foram construídas entre os séculos 15 e 16, em um momento do grande desenvolvimento político e cultural de Moldávia. O período é relacionado aos 50 anos de “regimento” do rei Stephen O grande. O que os faz originais é a pintura. As pinturas eram típicas a todas as igrejas bizantinas desse tempo. Mas aquias pinturas estão na parte externa!Pintadas a mais de 400 anos, ainda preservam suas lindas cores, espantando o visitante com a perfeição dos desenhos e dos tons maravilhosamente balanceados. Estas igrejas estão agora na lista de monumentos da UNESCO.





Por que as igrejas foram pintadas na parte externa? Simples...
Naquela época, pouquíssimas pessoas sabiam ler. A finalidade das pinturas era contar a história da Bíblia e as vidas dos santos ortodoxos, os mais importantes e conhecidos para todos, através do uso das imagens. Desta maneira, todos poderiam compreender o significado dos feriados cristãos, e sentiriam-se mais próximos de Deus.
E o melhor... é possível conhecer os monastérios da Moldávia em uma excursão de apenas 1 dia, nas cidades de Suceava ou de Radauti.





Fonte: http://www.students.missouri.edu/~romsa/destinations/html/monasteries.html



quinta-feira, 29 de janeiro de 2009






COSTUMES DE MOLDÁVIA

Os habitantes da Comunidade de Estados Independentes são pessoas acolhedoras, hospitleiras e risonhas. Embora os duros avatares históricos, que tem sofrido, este povo é de caráter nobre e sabe encaixar os maus tragos com um impressionante otimismo.

O clima, tão frio no inverno, tem reforçado o caráter familiar da sociedade. Quando as grandes nevadas fazem o trânsito pelas ruas e estradas muito difícil , os habitantes da Moldávia ficam em casa com as conversas, o rádio e a TV, como entretenimentos. A leitura também ocupa um lugar importante em suas preferências, de fato, este povo está considerado, faz tempo, como um povo culto. Porém, as cidades não ficam completamente vazias, sempre há movimento de pessoas enbrulhadas em pesados abrigos e calçado forrado, que vão de um lado para outro e não duvidam um instante em manter uma conversação com um conhecido mesmo no frio. Os lugares de lazer encontram-se lotados de gente, com vontade de passar bem. Com a mudança política a noite tem vida própria. Nesta sociedade acorda-se muito cedo e vai-se para a cama muito tarde, assim é seguro que dormirá muito pouco se decidir seguir o rítmo.

Casa típicado da região sul de Moldávia e de Budjac.

É necessário levar em conta que um turista ou viajante sempre é considerado como uma boa fonte de informação sobre política exterior, costumes alheios e nível de vida. Curiosamente o estrangeiro não é quem mais observa nesta sociedade, a curiosidade é outro componente esencial do caráter deste povo.

Embora sua amabilidade e simpatia, talvez influenciados pelo clima e as transformações políticas, os habitantes da CEI são reservados, não lhe contarão fácilmente sua vida, mas desviarão as perguntas de um modo correto, com uma hábil mudança da conversa. Também tem fama de serem teimosos e é melhor não discutir com eles. As mulheres e os homens estão plenamente equiparados. O regime comunista não admitia diferenças e com a mudança política esta característica tem-se mantido. Os jovens têm um grande senso de humor e é fácil relacionar-se com eles. De fato, "ligar" é um dos alicientes da movida noturna destas cidades, isso sempre de uma maneira sadia e correta. As mulheres neste aspecto também têm-se igualado aos homems.

Mercado da cidade de Bălţi, uma cidade industrial cinzenta que fica no norte da Moldávia

A difícil situação econômica que atravessa-se tem levado algumas pessoas ao desespero mais absoluto. O álcool tem sido a única resposta a seus problemas, pelo que não é estranho ver a algumas pessoas bêbadas na rua. Lembre que está muito mal visto fotografar-lhes. Também é muito frequente ver longas filas perante os comércios, embora os turistas não as padecem, porque evitam-se as lojas destinadas a eles. Os habitantes da CEI passam muitas horas nelas, mas em vez de desesperar-se, aproveitam para relacionar-se e conversar com outras pessoas. São realmente pacientes.

Também são muito respetuosos com os costumes alheio, mesmo porque desde tempos muito remotos tem convivido com homems e mulheres de diferentes culturas. É importante respeitar as suas: nas igrejas os homems devem tirar chapéus e gorros, as mulheres devem levar cobertos os ombros e nas ortodoxas, as senhoras não podem usar calças. Nos transportes públicos é habitual ceder o assento aos anciãos, crianças e mulheres. Por último lembre que ninguém senta nas escadas, umbrais, cercas e acima de tudo, no céspede.

Uma idosa enchendo seus baldes na minuscula Vila Orhei Vechi


Fonte: Portal São Francisco e Flickr.

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