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quarta-feira, 5 de maio de 2010








O GATO E O GALO


Aiai a semana voa, quando fui ver se passou uma semana, e o vento já revirou toda a minha vida, já não estou mais no freenlancer (mtas emoções =P) mas neste exato momento estou alegre por poder ler, me concentrar no Tcc e nos atendimentos da faculdade que estão me fazendo refletir como nunca, e no fim acho que não existe no momento melhor caminho pra mim do que a psicologia =P Bom vamos a um conto? Este vem lá da Lituânia =]

UM CONTO LITUANO

Era uma vez um gato e um galo que construíram uma casa linda por baixo de uma árvore grande ao pé de floresta. Depois da construção acabada, viveram os dois sossegados e felizes.
Um dia, de manhã cedo, alguém bateu à porta. O gato levantou-se da sua cama e perguntou:
- Quem é está batendo na esta hora?
- Eu sou a raposa, abra a porta, senhor gato. Todo o dia estive pelo bosque ao pé do lago procurando os patos, mas não apanhei nenhum...
O gato levantou a sua cauda felpuda e respondeu:
- Vai embora, raposa desavergonhada, deixa-nos em paz. Você não me enganas e não apanhas o galo. Vai embora. Vai! Eu não deixo você entrar.
A raposa furiosa não foi embora, só se escondeu atrás das árvores e ficou à espera.


O gato disse ao galo:
- Eu tenho que ir à caça, procurar comida. E você, galo-cantor, não abra a porta a ninguém. A raposa ainda pode estar por perto.
E o gato foi embora com a sua cauda felpuda levantada.
A raposa lambeu os seus lábios e lentamente veio até à casa deles.
- Olá, galo, galinho bonito, de penas coloridas. Todo mundo te ama por causa da tua voz muito linda. Ó galo lindo, deixa-me entrar.
- Quem é que bate à porta?
- Ó galo de penas coloridas, sou eu, sou eu, a galinha bonita. Eu sei como achar minhocas no jardim. Eu ando no jardim todo dia e à procura de bichinhos.
O galo disse assustado:
- Como é que não tem medo da raposa? Entra, entra, por favor. Eu já vi a raposa hoje.
Mal o galo abriu a porta um pouquinho, a raposa agarrou-o e levou-o, correndo. Ela correu com pressa sem olhar para atrás, e o galo gritou:
- Gato, gatinho, resgata o galo-cantor! A raposa está me levando pelas montanhas altas, pelos campos grandes, pelos relvados verdes, pelas florestas densas.
O gato ouviu os gritos, deixou tudo e correu atrás da raposa, apanhou-a e resgatou o seu amigo.
No outro dia o gato disse ao seu companheiro:
- Eu tenho que ir à caça, procurar comida, porque ontem não consegui. E você, galo-cantor, fica em casa e não abres a porta a ninguém. E o gato saiu com a sua cauda felpuda levantada.
Mas a raposa desavergonhada já estava outra vez atrás da porta da casa e começou a cantar:
- Ó galo, galinho, de penas bonitas, todo mundo te ama pela tua voz linda. Ó galo, deixa-me entrar.
- Quem é que bate a porta?
-Ó galo de penas coloridas, sou eu, o cão teimoso. Procuro a raposa na floresta.
- Que bom que vieste! E não tem medo de raposa. Entra, entra, por favor, eu tenho medo de ficar sozinho em casa.
Mal o galo abriu a porta um pouquinho, a raposa agarrou-o e levou-o, correndo. Ela correu pelo campo grande com muita pressa e o galo gritou:
- Gato, gatinho, está tremendo a minha crista! A raposa está tirando as minhas penas, ela está me levando pelas montanhas altas, pelos campos grandes, pelos relvados verdes, pelas florestas densas.


O gato ouviu os gritos, deixou tudo e correu atrás da raposa, mas magoou-se no pé e não apanhou a raposa. Andou coxeando pela floresta, apoiando-se num pau, e viu na floresta a cova da raposa. Espreitou para dentro e reparou que lá dentro estava a raposa com seis raposinhas e o galo preso no canto. O gato começou a cantar baixinho:
- No meio da floresta dançam seis raposinhas bonitinhas, e o galo, o sétimo, está preso no moinho de farinha... As seis raposinhas bonitinhas, com os seus rabinhos, são ainda mais bonitas. A velha raposa fez um bolo hoje. Ó raposa querida, dá-me um pedacinho do teu bolo gostoso.
A raposa velha estava a varrer a sala e ouviu a canção:
- Quem é que está cantando?
O gato não respondeu, só cantou outra vez a mesma canção. Ela ficou muito curiosa e abriu a porta, e o gato apanhou-a e fechou-a num saco, e voltou para junto da cova e continuou cantando.
- No meio da floresta dançam seis raposinhas bonitinhas, e o galo, o sétimo, está preso no moinho da farinha...
Saiu uma raposinha para ver quem estava cantando e o gato também a apanhou. Assim continuou até apanhar todas as raposinhas e fechar no saco. E finalmente resgatou o galo.
Agora as raposinhas estão em um jardim zoológico. Se não acreditam, peçam aos vossos pais para vos levar a ver as raposas.

Conto bem light, mas bem típico daqueles que nossos pais contavam para nós dormir, bem pelo menos o meu contava vários, lembro do da raposa e da cegonha, amava ouvir e vocês se lembram de alguma história que seus pais contavam as vocês pequenos?

Fonte:http://www.aprendereuropa.pt/page.aspx?idCat=331&idMasterCat=300&idContent=774, DeviantArt:Himmapaan

7 comentários:

Dea アンドレア disse...

heheh Eu não lembro dessa não.
Minha mãe comprava muito disco de histórias, agente adorava!
bjkas

Desabafando disse...

kkkkkkk....adorei o conto mas achei o galo um pouco lerdo por cair na mesma conversa 2 vezes. Minha avó contava a história de João e Maria! E eu vivia pedindo pra que ela contasse sempre! rsrsrs....bons tempos aqueles!

E me manda um email com as novidades ok?

Mônica disse...

Voce contou de uma maneira muito fofa!
Pode ser contadora de histórias.
com carinho Monica

Ma Nascimento disse...

minha mãe raramente contava histórias pra mim :/

boa quinta linda
beijokas

Elisa no blog disse...

Que história legal, gostei.
Meus pais não contavam histórias, mas compravam muitos livros.
Lembro que contavam muito sobre a infância depois de imigrarem ao Brasil. Ambos são japoneses e foram pequenos para o Brasil.

Cih_colorex disse...

É bem light mesmo, até o da chapeuzinho tinha partes de abrir a barriga do lobo e coisa e tal.
Nesse não tem matança! hahaha
Kiss

pequena disse...

Amiga o que aconteceu com o freela? Flor to passando pra deixar um beijão e desejar uma boa noite, saudadinhas de vc por lá no Flores rsss

xerim miga e se cuida tá?

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